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  • Professor Doutor Javier Gallego Poveda

    SIMPATECTOMIA

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    SIMPATECTOMIA

O QUE É A SIMPATECTOMIA

A Simpatectomia Torácica Superior Bilateral vídeo-assistida é o tratamento definitivo da hiperidrose. Este procedimento é conhecido já há algum tempo, no entanto, até há poucos anos não era possível realizar a cirurgia de forma simples e minimamente invasiva.

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DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO

A simpatectomia através de cirurgia torácica vídeo-assistida (VATS) revolucionou o tratamento da hiperidrose e permitiu interromper a inervação simpática de forma seletiva e menos invasiva, para a transpiração das mãos, axilas e pés, com uma taxa de sucesso de 99% nos casos das mãos e axilas, e bons resultados para o tratamento da transpiração excessiva nos pés.

A Simpatectomia torácica é realizada em bloco operatório sob anestesia geral e tem uma duração aproximada de 15 a 20 minutos. Este processo cirúrgico é composto por duas pequenas incisões por baixo das axilas, uma para a colocação de uma câmara e outra para a introdução de instrumentos cirúrgicos. É então realizada uma técnica reversível (Simpatectomia Torácica Endoscópica por clamping, ETS-C), com a aplicação de clips de titânio em T4, que reduz imediatamente o suor das mãos, axilas e pés. Nos casos de rubor facial é realizado ao nível T3. Por fim, para fechar as incisões é feita uma sutura intradérmica que apresenta excelentes resultados estéticos.

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Existem efeitos secundários?

Poderá aparecer em alguns doentes a chamada hiperidrose compensatória (HC), que é considerada um aumento da transpiração nas costas e no abdómen. Normalmente é muito bem tolerada, e é preferível à transpiração das mãos e axilas. Através dos avanços tecnológicos a começar em T3-T5 a taxa de HC é inferior a 5%.

Quais os riscos da cirurgia?

Todos os tipos de cirurgia apresentam riscos inerentes ao próprio procedimento cirúrgico. No entanto, o risco de existirem complicações no pós-operatório é pouco comum. Hemorragias ou pneumotórax são as intercorrências mais frequentes e, por essa razão, alguns doentes saem do bloco operatório com uma drenagem torácica para vigiar as primeiras horas pós-cirúrgicas, sendo retirada no dia seguinte.

Qual é o tempo de hospitalização e de baixa?

Os doentes que são submetidos à cirurgia na parte da manhã podem ter alta no próprio dia. Caso fiquem internados será apenas durante uma noite, tendo alta no dia a seguir, antes da hora de almoço, se não forem reportadas complicações. Em relação à atividade laboral, depois de dois dias o doente já poderá regressar ao trabalho. Normalmente, estas cirurgias são realizadas durante o fim de semana para que os doentes possam retomar a sua atividade o mais cedo possível.

Duração

> 15-20 min

Anestesia

> Sedação

Internamento

> Ambulatório

Baixa

> 2 dias

Recuperação

> 2 dias

Inibição de atividade física

> 1 semana

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