UmiCS
Cirurgia Robótica Cardiaca
A Cirurgia Cardíaca Robótica é uma técnica minimamente invasiva que utiliza um robot cirúrgico controlado por um cirurgião para realizar procedimentos cardíacos complexos.
Para qualquer esclarecimento poderá contactar os nossos serviços de Atendimento ao Cliente através do número 911 501 808.
O QUE É Cirurgia Cardíaca Robótica com da Vinci 5
A cirurgia cardíaca robótica com o da Vinci 5 é uma abordagem minimamente invasiva que permite realizar determinadas intervenções cardíacas através de pequenas incisões no tórax, evitando, em muitos casos, a abertura do esterno. Esta tecnologia de última geração proporciona ao cirurgião uma visão tridimensional ampliada e instrumentos articulados de elevada precisão, permitindo movimentos controlados e delicados. Todo o procedimento é realizado sob o controlo direto do cirurgião, combinando inovação tecnológica com experiência cirúrgica.
Tecnologia de última geração. Experiência cirúrgica. Cuidados
centrados no doente.
A UMiCS prepara uma nova etapa na cirurgia cardíaca minimamente invasiva com a utilização do da Vinci 5 (DV5), a mais recente geração da plataforma robótica multipórtica da Intuitive.
Esta tecnologia permite ao cirurgião realizar determinadas intervenções cardíacas através de pequenas incisões, com visão tridimensional ampliada e instrumentos articulados. O robot não opera de forma autónoma: cada movimento é controlado pelo cirurgião.
Sob a liderança do Prof. Javier Gallego Poveda, a equipa UMiCS iniciou a sua atividade em cirurgia cardíaca minimamente invasiva em 2014 e começou a desenvolver cirurgia robótica há quatro anos.
Esta trajetória combina experiência clínica, evolução técnica e formação contínua.
O que torna o da Vinci 5 diferente?
O da Vinci 5 é apresentado pela Intuitive como o seu sistema robótico mais avançado e integrado.
Inclui mais de 150 inovações de conceção e uma capacidade de processamento aproximadamente 10 000 vezes superior à do da Vinci Xi. Esta potência sustenta funcionalidades digitais e novas ferramentas de análise cirúrgica, mas não significa, por si só, uma melhoria clínica de igual magnitude.
Visão 3D de alta definição: imagem ampliada, perceção de profundidade e visualização detalhada de estruturas delicadas. Precisão e destreza: instrumentos articulados, controlo refinado e filtragem de tremor. Force Feedback: com instrumentos compatíveis, o cirurgião pode sentir e monitorizar forças aplicadas aos tecidos. Ergonomia: consola redesenhada para melhorar o posicionamento do cirurgião. Dados e aprendizagem: funcionalidades digitais destinadas a apoiar a análise técnica e a formação.
Aplicações na cirurgia cardíaca
A cirurgia robótica cardíaca permite abordar diferentes patologias em doentes selecionados.
A indicação e a disponibilidade de cada procedimento dependem da avaliação clínica, da equipa, do centro e das autorizações aplicáveis.
Válvula mitral. Reparação valvular, incluindo anuloplastia, correção dos folhetos e implantação de neocordas; substituição valvular quando a reparação não é adequada.
Válvula tricúspide. Reparação ou substituição da válvula tricúspide em situações selecionadas.
Defeitos do septo interauricular. Encerramento cirúrgico de comunicações interauriculares quando a intervenção está indicada.
Tumores intracardíacos. Excisão de determinadas massas intracardíacas, como mixomas auriculares.
Cirurgia coronária. Disseção da artéria mamária interna assistida por robot e integração em
estratégias selecionadas de bypass minimamente invasivo ou híbrido.
Válvula aórtica. A cirurgia aórtica minimamente invasiva é uma opção estabelecida; a substituição valvular aórtica robótica é uma aplicação especializada e emergente, sujeita a seleção rigorosa e disponibilidade técnica.
Potenciais vantagens para o doente
Sem esternotomia em muitos casos: acesso por pequenas incisões entre as costelas.
Recuperação funcional: a preservação do esterno pode facilitar a mobilização e o regresso progressivo às atividades. Conforto e estética: incisões menores e, em determinados doentes, menor dor ou menor tempo de internamento. Precisão técnica: visão e instrumentação concebidas para trabalhar em espaços reduzidos.
Estas vantagens não são garantidas em todos os casos. A cirurgia robótica mantém os riscos
inerentes à cirurgia cardíaca e nem sempre é superior à cirurgia convencional ou endoscópica.
A experiência UMiCS
Desde 2014, a equipa liderada pelo Prof. Javier Gallego Poveda tem vindo a desenvolver abordagens de cirurgia cardíaca minimamente invasiva. A experiência em cirurgia robótica iniciada há quatro anos integra esta evolução, juntamente com a atividade de formação e partilha de conhecimento da UMiCS Academy. A introdução do da Vinci 5 representa a continuidade desta aposta na inovação responsável.
Agende uma avaliação
Descubra se a cirurgia cardíaca minimamente invasiva ou robótica é adequada para o seu caso. A equipa UMiCS poderá analisar os seus exames e discutir as opções de tratamento disponíveis.
UMICS - LESS IS BETTER
Não. O cirurgião controla os instrumentos a partir de uma consola e toma todas as decisões durante
a operação.
Em muitos procedimentos selecionados, não. O acesso é realizado por pequenas incisões torácicas.
Pode ser necessária conversão para esternotomia por motivos de segurança.
Entre as aplicações encontram-se a cirurgia mitral, tricúspide, correção de defeitos do septo interauricular, remoção de tumores intracardíacos e procedimentos coronários. A cirurgia aórtica
robótica é uma área emergente.
Frequentemente, sim, dependendo da anatomia e do mecanismo da doença. A equipa procura
preservar a válvula natural quando é possível obter uma reparação eficaz e duradoura.
Muitas cirurgias valvulares utilizam circulação extracorporal e paragem cardíaca controlada. Alguns procedimentos coronários podem ser efetuados com o coração a bater.
O DV5 oferece avanços tecnológicos relevantes, mas não se deve afirmar superioridade clínica universal. A segurança depende sobretudo da indicação, experiência da equipa e condições do
doente.
Não necessariamente. Depende dos instrumentos compatíveis, da configuração do sistema e das funcionalidades disponibilizadas no centro.
Varia conforme a intervenção e o estado clínico. Em doentes selecionados, a ausência de esternotomia pode facilitar a recuperação; os prazos são individualizados.
Não. A seleção pode exigir ecocardiografia, tomografia e avaliação das artérias periféricas, da anatomia torácica e de outras doenças associadas.
Incluem hemorragia, infeção, arritmias, acidente vascular cerebral, complicações da circulação extracorporal, necessidade de reintervenção e eventual conversão para cirurgia aberta.
Ambas utilizam acessos reduzidos. Na cirurgia endoscópica, os instrumentos são manipulados diretamente; na robótica, são comandados através da consola. A melhor opção é individualizada.
Uma consulta especializada permite analisar os exames, discutir alternativas e explicar os benefícios e riscos específicos do seu caso.
Duração
> 150 min
Anestesia
> Geral
Internamento
> 4-6 dias
Baixa
> 3 semanas
Recuperação
> 2-3 semanas
Inibição de atividade física
> 1 mês
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